😍 Os 7 Segredos de uma relação saudável com o corpo e a comida! 🗝

Hoje é segunda, dia que a maioria das pessoas se engajam em mudanças alimentares, como meio de mascarar sua real intenção de tentar compensar as calorias. Isso por si só não é um comportamento legal ou que faça parte de um comer normal. Sim, você pode fazer mudanças alimentares, mas quando o foco são somente ou essencialmente as kcal, não está bom.

Com a minha prática clínica, os cursos e muitos artigos lido, reuni aqui pra você alguns segredos que pouca gente sabe para cultivar a plantinha da saúde na hora de comer e lidar com o corpo! Leia e tire um tempo para refletir sobre cada uma delas!

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“Corrida sem linha de chegada”

Corrida é um tipo de atividade de 2 possibilidades: ou você AMA e entra como algo muito terapêutico ou você detesta1!

Camila ama correr, gosta de desafios, é persistente. Ela decidiu fazer a maratona no safári da África. Uma prova de mais de 42km, em plena selva — podendo aparecer um leão ou rinoceronte a qualquer momento —  numa temperatura de 35 graus e baixa umidade. Uma das maratonas mais  difíceis do mundo!

Até aí, vamos que vamos! É difícil, mas não impossível, né? Já houveram pessoas que completaram essa prova, então, com dedicação, com foco, força e fé, vai!E vamos concretizar essa prova, Camila!

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Imagina se depois de muito treinar, Camila correu 10, 20, 30…40 km. Sentindo-se confiante com os poucos km previstos, simplesmente não vê a linha de chegada.Como seria isso?! Uma sensação de já estar com a vista embaçada e continuar? Ok, continuemos. Mais uns km e…Nada…Apertou o passo e…Nada! Meu Deus, não é possível! Essa é uma corrida sem fim?!

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Sim, pode ser uma corrida que só acaba quando você já não tem mais forças para correr. Essa pode ser a corrida que não apenas a Camila, mas você tem se colocado sem perceber, em busca de um CORPO, um se sentir bem que não chega, que sempre fica para amanhã. Não basta o que você já percorreu, quantas cirurgias você já fez, não importa se todo mundo diz que você está ótima e já te olham com ar de preocupação. Você continua firme.

Tem corridas que simplesmente não valem a pena. Você não sabe o quanto custou para quem já tentou. O outro, que corre ao seu lado e que assim como você acredita que o sabor da linha de chegada vingará todo o cansaço de anos de preparação. Só que este sabor não chega. E não chega para a maioria das pessoas porque ele é IRREAL! Insatisfação vende! Então sempre terá algo que você não terá, que pode ser retocado, que você aprende a odiar pra depois comprar algo que repare a sua dor.

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Tem corridas que não valem a pena. Falta gente com coragem para assumir que desistir dessa corrida em busca da perfeição corporal não é conformismo ou fracasso. E sima a decisão mais saudável possível. Mesmo que você alcançasse essa linha de chegada, não alcançaria esse bem estar, necessariamente. Porque esse bem estar não vem com números, necessariamente. Vem da descoberta e a reorganização interna.

A corrida mais saudável talvez seja repensar o que se espera no final. E, às vezes, largar da competição, se notar que ela não faz sentido.

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Mulher, você pode se gostar com o corpo de HOJE!

Atenção: texto com ideias de empoderamento feminino!

“Que mulher linda!” Esse é um tipo de elogio corriqueiro, né? E muito frequente de se ouvir. E não estou aqui para problematizar, mas para dividir algumas ideias pessoais e científicas, ok? Que mulher não gosta de ouvir que está linda, que é linda? Mas o problema é que parece que esta é a única ou mais importante atribuição que uma mulher pode receber: a  de ser linda!

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Desde pequenas aprendemos que ser uma mulher bonita tem muito valor na nossa sociedade. A Barbie nos ensinou isso. As novelas nos ensinaram isso. Nossa família nos ensinou isso.

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E aprendemos também a conjuntura — vulgo padrão de beleza — desse “linda”: magra, alta, loira, olhos claros (a cara do Brasil, né?).   Isso por si só já é uma discussão densa.

A outra questão por vezes esquecida, é que depois da 1a. Guerra Mundial a mulher passou a ter dupla jornada e a trabalhar também fora de casa. Ao mesmo tempo, os nossos direitos foram ganhando espaço aos poucos, possibilitando que pudéssemos estudar, arranjar empregos em áreas antes só dominadas por homens e aí estamos ainda buscando nosso lugar ao sol.

E o que eu quero dizer com isso? Somos mais que um corpo ou rosto bonito, oras! Podemos também ter isso, mas não continuar insistindo que o valor real de uma mulher está em ter o corpo da moda, no nariz da atriz.

Como podemos resumir pessoas somente nessa caixa tão apertada da aparência? Mesmo diante de tantos talentos, potenciais, funções, virtudes? Tudo se perde por conta do número de uma calça ou do % gordura? Por que isso importa tanto assim? 

Por isso que no meu trabalho falo sobre satisfação corporal com minhas clientes. Uma parte importante inclusa no quesito saúde. Até porque a  imagem refletida no espelho fala muito dos nossos pensamentos, do que aprendemos sobre aquele corpo (crenças) e o que sentimos diante disso.

Satisfação não fala de fracasso ou conformismo. Fala de estar segura consigo mesma e com seu corpo, mesmo na sua imperfeição. E para isso, é importante se empoderar e saber que você pode ser bonita para você, do seu jeito e que seu valor está em ser como você é e que seu corpo é apenas uma parte de um todo muito maior de você.

Você é mais que um corpo e balança nenhuma mensura seu valor como pessoa por ser algo imensurável!

 

 

“Mas é só comer/parar de comer”

Chegamos ao final da semana de conscientização dos Transtornos Alimentares, já conhecida nos EUA e Canadá e que vem ganhando espaço por aqui.

Um dado que certamente explica e que vai te causar surpresa: cerca de 55% dos americanos tem amigos ou amigos de amigos que tem ou tiveram transtorno alimentar. Além disso, dentre os transtornos psiquiátricos, os transtornos alimentares são os de mais chances de complicações clínicas e de morte. Impactante, não? 

Agora imagina adoecimentos tão sérios, que tira tanto da vida de quem sofre fosse reforçada pelas revistas, redes sociais, empresas…? Sim, isso acontece o tempo todo! Toda a vez que postamos uma foto de antes e depois, mostrando que a vida é melhor com menos kg, menos gordura. Quando trocamos dicas de como não ter fome ou seguir o jejum intermitente. Quando postamos fotos motivacionais do tipo: “o corpo alcança o que nossa mente deseja”. Quando recebemos ou fazemos uma dietinha para perder os famosos 3 kilinhos…

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Isso não é suficiente, claro. Transtorno alimentar vem junto com a genética, fatores marcantes de vida e outros. E de repente surge uma guerra com algo tão vital: o comer.

Tudo isso somado ao discurso distorcido de que perda de peso é saúde, afinal diariamente lemos sobre a epidemia da obesidade. É bom mesmo cortar alguns alimentos, nossa sociedade ocidental consome muito açúcar! Sim, é questão de força de vontade, afinal vemos blogueiras, artistas, ex-BBBs contando como perderam 6, 7 kg. É só fechar a boca. Tudo isso explica a dificuldade das pessoas perceberem a complexidade da situação e nem sempre lidarem bem com situações tão desafiadoras.

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“Coma, Ellen!”. Cena do filme To the bone (O mínimo para viver)

Certamente não é fácil. É desgastante. Falta paciência. Falta esperança. Falta informação. Sobra preconceito. Mas não se está sozinho. Existem profissionais especializados em transtornos alimentares e você pode pedir ajuda.

A equipe mínima que ajuda um(a) paciente com transtorno alimentar são: psicólogo, psiquiatra e nutricionista, com experiência em transtorno alimentar.

Ninguém tem culpa por adoecer ou por não saber como lidar com o adoecimento. Não existem vilões ou culpados. Mas você pode contar com apoio para te ajudar a orientar, a ter um espaço para desabafar suas dificuldades. Para tirar sua dúvidas. Para aprender e desbravar um novo caminho, um nova história!

 

 

 

3 Sinais de que você vai JACAR!

Eu não tenho bola de cristal, mas você já pensou se você pudesse prever (e se reorganizar) para evitar aquela bendita JACA? Pois eu posso te ensinar a identificar alguns sinais! Bruxaria, feitiçaria, astrologia? Não. É a ciência por trás do Comer Intuitivo!

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Vamos descobrir se vai dar jaca no final de semana?

Descubra 3 sinais que sua própria mente te dá para reconhecer — e evitar — as jacadas neste vídeo! Ative as notificações e esteja sempre por dentro do canal!